DOMINÂNCIA INCOMPLETA


Um gene em interage com seu alelo forma um heterozigoto que irá apresentar um fenótipo diferente e intermediário em relação aos pais homozigotos.

Exemplo 1 - A planta “maravilha” (Mirabilis jalapa) apresenta duas variedades básicas para a coloração das flores: a variedade alba (com flores brancas) e a rubra (com flores vermelhas). Chamando o gene que condiciona flores brancas de B e o gene para flores vermelhas de V, acompanhe, no quadro, um cruzamento entre uma planta de flores brancas (BB) e uma das flores rubras (VV).

Exemplo 2 - A anemia falciforme ou siclemia (do inglês sickle = foice) é uma doença que se caracteriza pela presença de hemácias que na falta de oxigênio tornam-se semelhantes a uma foice. Os indivíduos homozigotos, portadores dessa doença, apresentam uma anemia muito forte, normalmente grave. Já o híbrido ou heterozigoto apresenta uma forma amena da anemia, geralmente benigna. Percebe-se, então, que a coexistência do gene para a normalidade com o gene para a anemia falciforme determina o surgimento de um fenótipo intermediário (anemia benigna), o que caracteriza um caso de dominância incompleta.

· Regra de adição (regra do “ou”) - Eventos simultaneamente exclusivo são aqueles em que a ocorrência de um impede a ocorrência do outro (somam-se os acontecimentos isolados)

· Regra de multiplicação (regra do “e”) - Ocorrência simultânea de dois ou mais eventos independentes, isto é, não exclusivos e igual ao produto das probabilidades isoladas desses eventos.


Hostplan.