Quando um pulso de uma corda atinge uma extremidade
(que pode ser fixa ou livre) nota-se que ele volta e, esse fenômeno
é denominado reflexão de um pulso.
- Extremidade fixa:
Quando o pulso de um corda choca-se com uma extremidade fixa,
o pulso volta tendo sofrido um inversão de fase, ou seja, reflexão
com inversão de fase, onde o suporte da corda exerce uma força
de reação em sentido contrário.
- Extremidade livre:
Quando o pulso de corda atinge um extremidade livre, ele volta
não sofrendo um inversão de fase, isto é, sofre um reflexão
sem inversão de fase. Isso acontece porque a extremidade livre
não exerceu a força de reação esperada e, assim o eixo movimenta-se
para cima e para baixo acompanhando o movimento do pulso.
Considere agora um sistema de duas cordas
diferentes onde uma é mais pesada que a outra. Com o sistema montado
produz-se um pulso na extremidade da corda de menor densidade
linear em direção da corda de maior densidade. O que ocorre é
que para a corda de menor densidade, a corda de maior densidade
funcionará como uma extremidade fixa, no entanto esta sofrerá
uma refração de pulso onde parte do pulso da corda de menor densidade
passa para a corda de maior densidade. Assim o pulso refratado
sai na mesma fase em que foi recebido, ou seja, se o pulso estiver
para cima, o pulso refratado também estará para cima e vice-versa,
com isso o pulso refletido sofrerá uma inversão de fase e o pulso
refratado não sofrerá.
Se invertermos o sistema e aplicarmos
uma força na corda de maior densidade, a corda de menor densidade
funcionará como uma extremidade livre e, assim q o pulso atingi-la
ela irá refratá-lo e, como já havia sido dito, o pulso refratado
não sofre inversão de fase. O pulso refletido também não sofrerá
uma inversão de fase, devido à corda de menor densidade funcionar
como uma extremidade livre.