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Não é novidade para ninguém que o brasileiro,
quando fala, não dá muita importância à concordância. A nenhum tipo
de concordância! Cometer erros de concordância na fala do cotidiano
é muito comum, mas no texto formal é necessário que a concordância
esteja absolutamente rigorosa. "Tudo errado, mas tudo bem. Você notou como o letrista fez a concordância: "não me importam os seus atos". Os atos não têm importância, portanto eles não importam. A concordância está correta, o que é exigível ao menos na língua formal. É desejável que a gente acerte a concordância no cotidiano também. Basta concordar verbo e sujeito. "Atos" está no plural, então é óbvio que o verbo também deve estar no plural: "importam". Acerte a concordância você também. |