|
||||||||
|
O professor Pasquale lembra que o uso do hífen segue determinadas regras. Tendo-se como exemplo a palavra "subdelegado", o prefixo "sub" só exige hífen quando a palavra seguinte, ou seja, seu radical começar com b ou r. Exemplos: sub-base,
sub-bibliotecário, etc... Assim, subdelegado não tem hífen porque a palavra delegado não começa com nenhuma das duas letras, b ou r. Para a maioria esmagadora dos prefixos, vale o hífen se o radical da palavra seguinte começar com h, r, s e vogal. Prefixos:
Exemplos: auto-serviço,
contra-regra, A partir dessa regra não é possível escrever com hífen as palavras: autoconfiança, contracapa, extraconjugal, infravermelho, etc. Nenhuma delas tem seus radicais iniciados por h, r, s ou vogal. Existem alguns prefixos que se enquadram numa terceira regra. São prefixos muito usados no dia-a-dia e mesmo assim erra-se bastante. O professor Pasquale
sugeriu que se fizesse uma pergunta na rua e a maior parte da pessoas
errou. Os prefixos anti, ante e sobre exigem hífen quando o radical começa com h, r e s. Não é o caso das palavras sugeridas ao público. |