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Hífen


Quando se usa hífen e quando não se usa?
A palavra "subdelegado" tem ou não hífen?

O professor Pasquale lembra que o uso do hífen segue determinadas regras.

Tendo-se como exemplo a palavra "subdelegado", o prefixo "sub" só exige hífen quando a palavra seguinte, ou seja, seu radical começar com b ou r. Exemplos:

sub-base, sub-bibliotecário, etc...
sub-raça, sub-reptício, sub-reitor, etc...

Assim, subdelegado não tem hífen porque a palavra delegado não começa com nenhuma das duas letras, b ou r.

Para a maioria esmagadora dos prefixos, vale o hífen se o radical da palavra seguinte começar com h, r, s e vogal.

Prefixos:

auto
extra
intra
semi
contra
infra
pseudo
ultra

Exemplos:

auto-serviço, contra-regra,
pseudo-autor, semi-árido,
extra-oficialmente, infra-estrutura,
ultra-humano, etc.

A partir dessa regra não é possível escrever com hífen as palavras: autoconfiança, contracapa, extraconjugal, infravermelho, etc. Nenhuma delas tem seus radicais iniciados por h, r, s ou vogal.

Existem alguns prefixos que se enquadram numa terceira regra. São prefixos muito usados no dia-a-dia e mesmo assim erra-se bastante.

O professor Pasquale sugeriu que se fizesse uma pergunta na rua e a maior parte da pessoas errou.
"Como você escreve antiinflamatório e antiinflacionário".

Os prefixos anti, ante e sobre exigem hífen quando o radical começa com h, r e s. Não é o caso das palavras sugeridas ao público.



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